"(...) Ser feliz por momentos é algo de que não se deve ter vergonha. Momentos que o fim torna ridículos. A felicidade, como o amor, é um sentimento ridículo. Mas a felicidade, como o amor, só é ridícula quando vista de fora. (...) Não se deve ter vergonha de se ser feliz por momentos. Não se deve ter vergonha da memória de se ter sido feliz por momentos."
"... de repente, percebo que só pertenço aos sítios onde não estou e que só me entrego a quem não está. percebo que troquei um futuro mais que perfeito por um presente indicativo mas não percebo quanto de tudo isso foi destino e quanto de tudo foi intenção ou propósito."
Lembram-se da Fame, aquela série de TV que há muitos anos partilhou connosco muitos momentos e nos fez viver naquele rebuliço contagiante de vontade de aprender, de experenciar, de sentir, de viver? Uma frase intemporal de um dos professores:
Os nativos de Peixes têm sempre um desejo de continuidade, de perpetuação; magoam-se facilmente e amam com intensidade; são mutáveis como a água e escondem afeições e rancores nas profundidades oceânicas da sua natureza sensível...